Começamos a fazer provas semana paçada começamos pela prova de redação no caso tinhamos que continuar um conto moderno foi muito divertido,a segunda foram as provas de artes e literatura e tive um pouco de dificudade em entender o livro mas ocorreu tudo bem e agora na segunda fiz prova de informática e de ed. física foi fácil acho que tirei de letra .Agora só vou ter prova na sexta-feira sendo elas de inglês, história e português,depois temos de ci~encias e matemática e depois por ultimo as provas de geografia e O.F e se passarmos estamos de férias.Ehhhhhhhhhh!!!!!!
Colégio Vovó Olívia
O Seu Portal De Estudos
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Provas
Começamos a fazer provas semana paçada começamos pela prova de redação no caso tinhamos que continuar um conto moderno foi muito divertido,a segunda foram as provas de artes e literatura e tive um pouco de dificudade em entender o livro mas ocorreu tudo bem e agora na segunda fiz prova de informática e de ed. física foi fácil acho que tirei de letra .Agora só vou ter prova na sexta-feira sendo elas de inglês, história e português,depois temos de ci~encias e matemática e depois por ultimo as provas de geografia e O.F e se passarmos estamos de férias.Ehhhhhhhhhh!!!!!!
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Ferramentas do Office
Ferramentas do Office
Word:
Processador de
texto, que permite escrever, editar (copiar, cortar, colar) e formatar texto,
inserir e formatar objetos como tabelas, imagens, gráficos, wordart, caixas de
texto, símbolos, etc.
É possível fazer a correção automática, a revisão ortográfica ou a intercalação de documentos.
É possível configurar margens, cabeçalhos e rodapés da página para uma posterior impressão dessas páginas.
É possível aplicar várias formatações como o tipo de letra, de parágrafo, marcas e numeração ou de limites e sombreados de objetos.
Podemos inserir os seguintes objetos/elementos principais: Texto, imagem, tabela, cabeçalho, rodapé, caixa de texto, desenho, ficheiro, clip-art, wordart e hiperligação.
Podemos criar e guardar ficheiros de formato diferente ao documento do Word, como model ou área de trabalho .
Com o Word é possível fazer variados documentos, como: Livros, jornais, revistas, boletins, desdobráveis, pôsteres, catálogos, etc.
É possível fazer a correção automática, a revisão ortográfica ou a intercalação de documentos.
É possível configurar margens, cabeçalhos e rodapés da página para uma posterior impressão dessas páginas.
É possível aplicar várias formatações como o tipo de letra, de parágrafo, marcas e numeração ou de limites e sombreados de objetos.
Podemos inserir os seguintes objetos/elementos principais: Texto, imagem, tabela, cabeçalho, rodapé, caixa de texto, desenho, ficheiro, clip-art, wordart e hiperligação.
Podemos criar e guardar ficheiros de formato diferente ao documento do Word, como model ou área de trabalho .
Com o Word é possível fazer variados documentos, como: Livros, jornais, revistas, boletins, desdobráveis, pôsteres, catálogos, etc.
Folha de cálculo
composta por livros de trabalho que se traduzem fisicamente em ficheiros com a
extensão XLS.
Cada livro de trabalho é composto por folhas de trabalho.
Cada folha de trabalho consiste numa imensa área quadriculada (que faz lembrar o célebre jogo da batalha naval) composta por células.
As células são sempre representadas pela coluna seguida da linha, Exemplos: A1 ou C12
No interior das células é possível inserir texto, símbolos, fórmulas, funções e construir tabelas.
As fórmulas são elementos básicos do Excel que começam sempre com o sinal de igual (=) e depois podem seguir-se células ou valores numéricos direto (números). Podem incluir ainda funções ou operadores aritméticos e lógicos. Exemplos: =A1+10 ou =200*(D10-C5)
Nas fórmulas podem ser utilizados três tipos de endereços distintos:
Endereços Relativos (ex: A1) -> Não fixam nem a linha nem a coluna, não contêm o dólar.
Endereços Mistos (ex: $A1 ou A$1) -> Fixam a linha ou a coluna, contêm apenas um dólar antes da coluna ou da linha.
Endereços Absolutos (ex: $A$1) -> Fixam a linha e a coluna, contêm um dólar antes da linha e um dólar antes da coluna
Funções são como fórmulas predefinidas que permitem efetuar diversos tipos de cálculos, existem várias categorias de funções: aritméticas, estatísticas, lógicas, financeiras, Data e hora, etc. Tornam o trabalho no Excel mais fácil e mais completo na medida em que podem complementar os cálculos das fórmulas. Exemplos: Mínimo, Máximo, soma, pgto, contar.se, se, média, etc.
É possível construir gráficos de vários tipos que permitem uma mais fácil leitura e compreensão dos dados, como evoluções estatísticas da média, mínimo, máximo, mediana ou moda.
Cada livro de trabalho é composto por folhas de trabalho.
Cada folha de trabalho consiste numa imensa área quadriculada (que faz lembrar o célebre jogo da batalha naval) composta por células.
As células são sempre representadas pela coluna seguida da linha, Exemplos: A1 ou C12
No interior das células é possível inserir texto, símbolos, fórmulas, funções e construir tabelas.
As fórmulas são elementos básicos do Excel que começam sempre com o sinal de igual (=) e depois podem seguir-se células ou valores numéricos direto (números). Podem incluir ainda funções ou operadores aritméticos e lógicos. Exemplos: =A1+10 ou =200*(D10-C5)
Nas fórmulas podem ser utilizados três tipos de endereços distintos:
Endereços Relativos (ex: A1) -> Não fixam nem a linha nem a coluna, não contêm o dólar.
Endereços Mistos (ex: $A1 ou A$1) -> Fixam a linha ou a coluna, contêm apenas um dólar antes da coluna ou da linha.
Endereços Absolutos (ex: $A$1) -> Fixam a linha e a coluna, contêm um dólar antes da linha e um dólar antes da coluna
Funções são como fórmulas predefinidas que permitem efetuar diversos tipos de cálculos, existem várias categorias de funções: aritméticas, estatísticas, lógicas, financeiras, Data e hora, etc. Tornam o trabalho no Excel mais fácil e mais completo na medida em que podem complementar os cálculos das fórmulas. Exemplos: Mínimo, Máximo, soma, pgto, contar.se, se, média, etc.
É possível construir gráficos de vários tipos que permitem uma mais fácil leitura e compreensão dos dados, como evoluções estatísticas da média, mínimo, máximo, mediana ou moda.
Apresentador
gráfico, que permite fazer apresentações multimídia no computador, com o objetivo
de serem mostradas no ecrã do computador ou projetada numa tela branca
estendida numa parede.
O PowerPoint
conjuga os sons, as imagens e o texto com movimento, originando uma
apresentação multimídia que pode ser mostrada a uma audiência, como por exemplo
uma ação de formação ou uma aula. Pode inclusive mostrar pequenos filmes
digitais no PowerPoint.
As apresentações
com o PowerPoint devem ser complementadas com outras metodologias, como fichas
práticas em papel, o quadro ou o computador.
Algumas vantagens
das apresentações em PowerPoint:
Captar mais
facilmente a atenção dos alunos/formandos.
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Estar de frente
para a audiência a explicar os conteúdos, enquanto esta ouve pode visualizar
o texto, imagens, gráficos, esquemas ou vídeos.
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Torna a explicação
mais interessante e atraente, podendo ser complementada graficamente com
imagens, gráficos ou esquemas.
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A possibilidade
de usar efeitos, animações e transições tornam o ecrã mais dinâmico.
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A possibilidade
de fazer comentários e notas de rodapé é um auxiliar de valor para o
apresentador.
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A possibilidade
de fazer rabiscos durante a apresentação com o rato no ecrã para salientar
texto ou objetos.
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É possível
utilizar outros documentos do Office numa apresentação, como texto do Word ou
gráficos do Excel.
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Permite sair do
PowerPoint e usar outro software ou mesmo o sistema operativo para aprofundar
uma questão, sendo possível regressar ao PowerPoint e continuar a
apresentação original.
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Permite mais
facilmente esclarecer todas as dúvidas num só local, sem sair do lugar,
bastando aceder ao computador para exemplificar e esclarecer essas dúvidas.
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Os ficheiros das
apresentações do PowerPoint normalmente ficam associados à extensão PPT, mas se
for um ficheiro executável e não evitável (PowerPoint Show) a extensão é a PPS.
Sistema de gestão
de bases de dados, é um programa ou um conjunto integrado de programas que
permite criar e manipular bases de dados, no qual os dados são estruturados com
independência em relação aos programas de aplicação que os manipulam.
Assim é possível alterar a estrutura dos dados de uma base de dados, quer ao nível físico, quer ao nível conceptual, sem que isso implique a necessidade de reformular as aplicações que operam com dados.
Objetos dos SGBD's: Tabelas, Consultas, Formulários, Relatórios, Páginas, Módulos de programação, Macros
Níveis de um SGBD:
Assim é possível alterar a estrutura dos dados de uma base de dados, quer ao nível físico, quer ao nível conceptual, sem que isso implique a necessidade de reformular as aplicações que operam com dados.
Objetos dos SGBD's: Tabelas, Consultas, Formulários, Relatórios, Páginas, Módulos de programação, Macros
Níveis de um SGBD:
- Nível físico: Corresponde à forma como os dados da base de
dados são armazenados e organizados internamente no sistema informático
(ficheiros informáticos.
- Nível conceptual: Corresponde à forma como
os dados são estruturados ou organizados ao nível da sua concepção lógica,
ou seja, o número e o tipo de campos em que a informação é estruturada, as
relações entre os dados, como são as tabelas, os campos destas e os seus
relacionamentos.
- Nível de visualização: Corresponde à forma como
os dados são apresentados aos utilizadores finais, através de interfaces
gráficas (ecrãs). Os utilizadores apenas têm que saber operar com os ecrãs
e preencher os campos com dados (formulários).
É uma ferramenta
que serve para construir, administrar e publicar uma página na Internet,
podendo utilizar ou não código
HTML.
Etapas na
construção de uma página WEB:
- Nomear um ou vários responsáveis para a
criação e manutenção do site.
- Identificar os principais objetivo do site.
- Caracterizar o público-alvo do site.
- Identificar os recursos necessários para a sua
elaboração.
- Definir a estrutura (layout) do site.
- Construir o site utilizando uma metodologia
constante, de forma a que este fique uniforme.
- Efetuar a publicação do site num (e apenas um)
servidor WEB.
- Aceder aos principais motores de pesquisa
(Exemplo Sapo e Google) e registrar lá o endereço da sua página,
fornecendo um pequeno texto identificativo do seu site.
O FrontPage
permite manusear vários tipos de objetos como linhas horizontais, molduras para
outras páginas, páginas, símbolos, comentários, faixas (Banners), componentes
da WEB, formulários, imagens, desenhos, ficheiros, marcas de livro (bookmark),
hiperligações e modelos de página.
Modos de
visualização no FrontPage:
Página: Permite
ver e editar as páginas WEB.
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Pastas: Permite
ver a estrutura de diretores e ficheiros da WEB.
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Relatórios:
Permite fazer o relatório de informações úteis sobre os vários componentes da
WEB.
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Navegação:
Permite ver e editar a navegabilidade das páginas WEB em forma esquemática e
gráfica.
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Hiperligações:
Permite ver as várias hiperligações existentes entre as várias páginas da WEB.
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Tarefas: Permite
visualizar as tarefas associadas aos utilizadores e estabelecer prioridades.
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Microsoft
Office Groove.O Groove 2007 é um programa de colaboração que
reúne as equipes para trabalharem em atividades do projeto e compartilhar informações
- em qualquer lugar, a qualquer hora e com qualquer pessoa. Trabalhar nos
espaços de trabalho do Groove 2007 economiza tempo, aumenta a produtividade e
fortalece a qualidade do que está para ser entregue. O Office Groove 2007 é
apenas um exemplo de como a Microsoft Office System 2007 ajuda as equipes e
organizações a colaborar de forma mais efetiva.
Microsoft Publisher é um programa da suite Microsoft Office, que é basicamente usado para diagramação
eletrônica, como elaboração de layouts com texto, gráficos, fotografias e outros
elementos. Esse programa é comparado com softwares tais como o QuarkXPress, Scribus, Adobe
InDesign e Draw.foi criado em 1991 e tem 21 a 20 anos e
É capaz de criar
- Publicações para impressão;
- Páginas da Web (que não requerem conexão com a
internet ao criar uma página da web);
- Edições de e-mail
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Montagem do estande
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Historia dos navegadores
Tim Berners-Lee foi um dos pioneiros no uso do hipertexto como forma de compartilhar informações, criou o primeiro navegador, chamadoWorldWideWeb, em 1990. Ele ainda o introduziu como ferramenta entre os seus colegas do CERN em Março de 1991. Desde então, o desenvolvimento dos navegadores tem sido intrinsecamente ligado ao desenvolvimento da própria Web.
A Web, entretanto, só explodiu realmente em popularidade com a introdução do NCSA Mosaic, que era um navegador gráfico (em oposição a navegadores de modo texto) rodando originalmente no Unix, mas que foi também portado para o Apple Macintosh e MS Windows logo depois.
A versão 1.0 do Mosaic foi lançada em Setembro de 1993.
Marc Andreesen, o líder do projecto Mosaic na NCSA, demitiu-se para formar a companhia que seria conhecida mais tarde como Netscape Communications Corporation.
A Netscape lançou o seu produto líder Navigator em Outubro de 1994 e este tornou-se o mais popular navegador no ano seguinte. A Microsoft, que até então havia ignorado a Internet, entrou na competição com o seu Internet Explorer, comprado à pressa da Splyglass Inc. Isso marcou o começo da Guerra dos Browsers, que foi a luta pelo mercado dessas aplicações entre a gigante Microsoft e a empresa largamente responsável pela popularização da Web, a Netscape.
Essa disputa colocou a Web nas mãos de milhões de utilizadores ordinários do PC, mas também mostrou como a comercialização da Web podia arruinar os esforços de padronização. Tanto a Microsoft como a Netscape deliberadamente incluíram extensões proprietárias ao HTML em seus produtos, e tentaram ganhar superioridade no mercado através dessa diferenciação. A disputa terminou em 1998 quando ficou claro que a tendência no declínio do domínio de mercado por parte da Netscape era irreversível. Isso aconteceu, em parte, pelas acções da Microsoft no sentido de integrar o seu navegador com o sistema operativo e o empacotamento do mesmo com outros produtos por meio de acordos OEM; a companhia acabou enfrentando uma batalha legal em função das regras anti-truste do mercado norte-americano.
A Netscape respondeu libertando o seu produto como código aberto, criando o Mozilla. O efeito foi simplesmente acelerar o declínio da companhia, por causa de problemas com o desenvolvimento do novo produto. A companhia acabou comprada pela AOL no fim de 1998. O Mozilla, desde então, evoluiu para uma poderosa suite de produtos Web com uma pequena mas firme parcela do mercado.
O Opera, um navegador rápido e pequeno, popular principalmente em computadores portáteis e em alguns países da Europa, foi lançado em 1996 e permanece um produto de nicho no mercado de navegadores para os computadores pessoais (PC).
O Lynx Browser permanece popular em certos mercados devido à sua natureza completamente textual.
Apesar do mercado para o Macintosh ter sido tradicionalmente dominado pelo Internet Explorer e pelo Netscape Navigator, o futuro parece pertencer ao próprio navegador da Apple, o Safari, que é baseado no mecanismo de renderização KHTML, parte do navegador de código abertoKonqueror. O Safari é o navegador padrão do Mac OS X.
Em 2003, a Microsoft anunciou que o Internet Explorer não seria disponibilizado mais como um produto separado, mas seria parte da integrante do sistema operativo Windows e que nenhuma versão nova para o Macintosh seria criada.
O browser é um cliente normalmente utilizado para consultar informação disponibilizada em servidores Web. A capacidade do browser de mostrar adequadamente a informação a que acede depende da sua capacidade de descodificação da mesma, o que por sua vez depende do padrão de codificação utilizado pelos criadores do web site a que se pretende aceder. Por exemplo, para mostrar adequadamente a informação disponível neste web site, podem utilizar-se os browsers Netscape Navigator e Internet Explorer (ambos na versão 3 ou superior, embora algumas características só apareçam correctamente, se se utilizar versões a partir da 4). O browser responsável pela explosão de popularidade da Internet a partir de 1994 chama-se Mosaic, e foi principalmente criação de Marc Andreesen, então um estudante universitário norte-americano. Entre outras possibilidades actuais neste campo, há mesmo um browser norueguês.
A Web, entretanto, só explodiu realmente em popularidade com a introdução do NCSA Mosaic, que era um navegador gráfico (em oposição a navegadores de modo texto) rodando originalmente no Unix, mas que foi também portado para o Apple Macintosh e MS Windows logo depois.
A versão 1.0 do Mosaic foi lançada em Setembro de 1993.
Marc Andreesen, o líder do projecto Mosaic na NCSA, demitiu-se para formar a companhia que seria conhecida mais tarde como Netscape Communications Corporation.
A Netscape lançou o seu produto líder Navigator em Outubro de 1994 e este tornou-se o mais popular navegador no ano seguinte. A Microsoft, que até então havia ignorado a Internet, entrou na competição com o seu Internet Explorer, comprado à pressa da Splyglass Inc. Isso marcou o começo da Guerra dos Browsers, que foi a luta pelo mercado dessas aplicações entre a gigante Microsoft e a empresa largamente responsável pela popularização da Web, a Netscape.
Essa disputa colocou a Web nas mãos de milhões de utilizadores ordinários do PC, mas também mostrou como a comercialização da Web podia arruinar os esforços de padronização. Tanto a Microsoft como a Netscape deliberadamente incluíram extensões proprietárias ao HTML em seus produtos, e tentaram ganhar superioridade no mercado através dessa diferenciação. A disputa terminou em 1998 quando ficou claro que a tendência no declínio do domínio de mercado por parte da Netscape era irreversível. Isso aconteceu, em parte, pelas acções da Microsoft no sentido de integrar o seu navegador com o sistema operativo e o empacotamento do mesmo com outros produtos por meio de acordos OEM; a companhia acabou enfrentando uma batalha legal em função das regras anti-truste do mercado norte-americano.
A Netscape respondeu libertando o seu produto como código aberto, criando o Mozilla. O efeito foi simplesmente acelerar o declínio da companhia, por causa de problemas com o desenvolvimento do novo produto. A companhia acabou comprada pela AOL no fim de 1998. O Mozilla, desde então, evoluiu para uma poderosa suite de produtos Web com uma pequena mas firme parcela do mercado.
O Opera, um navegador rápido e pequeno, popular principalmente em computadores portáteis e em alguns países da Europa, foi lançado em 1996 e permanece um produto de nicho no mercado de navegadores para os computadores pessoais (PC).
O Lynx Browser permanece popular em certos mercados devido à sua natureza completamente textual.
Apesar do mercado para o Macintosh ter sido tradicionalmente dominado pelo Internet Explorer e pelo Netscape Navigator, o futuro parece pertencer ao próprio navegador da Apple, o Safari, que é baseado no mecanismo de renderização KHTML, parte do navegador de código abertoKonqueror. O Safari é o navegador padrão do Mac OS X.
Em 2003, a Microsoft anunciou que o Internet Explorer não seria disponibilizado mais como um produto separado, mas seria parte da integrante do sistema operativo Windows e que nenhuma versão nova para o Macintosh seria criada.
O browser é um cliente normalmente utilizado para consultar informação disponibilizada em servidores Web. A capacidade do browser de mostrar adequadamente a informação a que acede depende da sua capacidade de descodificação da mesma, o que por sua vez depende do padrão de codificação utilizado pelos criadores do web site a que se pretende aceder. Por exemplo, para mostrar adequadamente a informação disponível neste web site, podem utilizar-se os browsers Netscape Navigator e Internet Explorer (ambos na versão 3 ou superior, embora algumas características só apareçam correctamente, se se utilizar versões a partir da 4). O browser responsável pela explosão de popularidade da Internet a partir de 1994 chama-se Mosaic, e foi principalmente criação de Marc Andreesen, então um estudante universitário norte-americano. Entre outras possibilidades actuais neste campo, há mesmo um browser norueguês.
Os Navegadores Web, ou Web Browsers se comunicam geralmente com servidores Web (podendo hoje em dia se comunicar com vários tipos de servidor), usando principalmente o protocolo de transferência de hiper-texto HTTP para efetuar pedidos a ficheiros (ou arquivos, em portugues brasileiro), e processar respostas vindas do servidor. Estes ficheiros/arquivos, são por sua vez identificados por um URL.
O navegador, tem a capacidade de ler vários tipos de arquivo/ficheiros, sendo nativo o processamento dos mais comuns (HTML, XML, JPEG, GIF,PNG, etc.), e os restantes possíveis através de plugins (Flash, Java, etc.).
Os navegadores mais recentes têm a capacidade de trabalhar também com vários outros protocolos de transferência, como por exemplo FTP,HTTPS (uma versão criptografada via SSL do HTTP), e muitos outros.
Os navegadores mais primitivos suportavam somente uma versão mais simples de HTML. O desenvolvimento rápido dos navegadores proprietários, porém, (veja As Guerras dos Navegadores) levou à criação de dialetos não-padronizados do HTML, causando problemas de interoperabilidade na Web. Navegadores mais modernos (tais como o Internet Explorer, Mozilla Firefox, Opera e Safari e o Chrome do Google) suportam versões padronizadas das linguagens HTML e XHTML (começando com o HTML 4.01), e mostram páginas de uma maneira uniforme através das plataformas em que rodam.
A finalidade principal do navegador é fazer-se o pedido de um determinado conteúdo da Web, e providenciar a exibição do mesmo. Geralmente, quando o processamento do ficheiro não é possível através do mesmo, este apenas transfere o ficheiro localmente. Quando se trata de texto (Markup Language e/ou texto simples) e/ou imagens bitmaps, o navegador tenta exibir o conteúdo.Alguns dos navegadores mais populares incluem componentes adicionais para suportar Usenet e correspondência de e-mail através dos protocolos NNTP e SMTP, IMAP e POP3respectivamente
Web browser (em inglês), browser ou navegador de internet (jargão nascido dos próprios usuários - navegar) é um programa que permite a seus usuários a interagirem com documentos eletrônicos de hipertexto, como as páginas HTML e que estão armazenados em algum endereço eletrônico da internet (URL ou URI).
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Ferramentes administrativas
Ferramentas Administrativa
Limpeza: A limpeza de Disco é uma forma conveniente de excluir arquivos que não são mais necessários e liberar espaço no dico rígido do computador.Agendar a limpeza de disco para que seja executada regularmente evita que você precise se lembrar de fazer isso.
Desfragmentação:O desfragmentador de disco analisa volumes locais e consolida arquivos e pastas fragmentados para que cada um ocupe um espaço único e contíguo no volume.Como resultado, o sistema pode acessar e salvar arquivos e pastas de maneira mais eficiente.
Correção de erros:
Backup:O objetivo principal é recuperar os dados após a sua perda, seja por exclusão de dados ou corrupção.
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