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quarta-feira, 6 de junho de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Bahia de todos os santos
Jorge Amado compõe aqui um guia das ruas e dos mistérios de São Salvador da Bahia de Todos os Santos, a cidade da Bahia, “negra por excelência”, fundada em 1549. O autor descreve os bairros proletários e os nobres, as feiras e os mercados, as inúmeras ladeiras e ruas da cidade, e apresenta as praias locais, como Itapuã, Amaralina, Pituba e o Farol da Barra.
Além de traçar a cartografia do lugar, faz uma crônica dos costumes da população baiana: discorre sobre as igrejas, as macumbas e os terreiros, as comidas típicas, a lavagem da igreja de Nosso Senhor do Bonfim, as homenagens a Iemanjá e a são João, entre outras festas populares. O autor investiga o caráter do baiano, valorizando a mestiçagem do povo e as contradições de seu espírito libertário e conservador.
Apesar do esforço histórico e interpretativo para compreender Salvador, Jorge Amado chama a atenção para o mistério que recobre a cidade. De onde ele vem, ninguém sabe. Dos batuques do candomblé? Dos saveiros do cais? Das igrejas? Do mercado? Da Baixa dos Sapateiros? O escritor recomenda que não se tente decifrar os segredos da cidade, pois seus mistérios envolvem por completo o corpo, a alma e o coração dos baianos.
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Escrito em 1944, este relato sobre a cidade de Salvador foi
publicado no ano seguinte. O autor reviu e atualizou o livro no decorrer do
tempo, mas o texto não mudou substancialmente de edição para edição, até mesmo
porque “não mudou a Bahia no fundamental, em sua beleza antiga e em seus
problemas”, como anotou o próprio Jorge Amado.
Canto de louvor à cidade da Bahia, o livro evita, porém, o pitoresco dos guias turísticos. Passa em revista as belezas e as qualidades da capital baiana, e faz questão de abordar também suas misérias e dores. Jorge Amado relembra que as ruas da cidade conservam as marcas da escravidão e que há questões crônicas de saúde e de moradia que atingem a população mais pobre.
No começo e no final do livro, o autor se dirige a uma leitora imaginária, que ele convida a conhecer a cidade, tanto em seus atrativos quanto em seus dramas. O mesmo procedimento de aproximação com o leitor ocorre em outros livros seus escritos nessa época: ABC de Castro Alves e O cavaleiro da esperança.
Ecos da intensa atividade política do autor podem ser sentidos no texto, já que no ano de publicação do livro Jorge Amado foi eleito deputado federal pelo Partido Comunista Brasileiro. O livro mantém ainda o espírito do momento histórico em que foi escrito. Há referências à Segunda Guerra Mundial e à situação geopolítica mundial. Para Jorge Amado, isso confere ao livro um sabor de “documento de época”, pois descreve a vida de uma cidade brasileira durante a guerra contra o nazi-fascismo.
Canto de louvor à cidade da Bahia, o livro evita, porém, o pitoresco dos guias turísticos. Passa em revista as belezas e as qualidades da capital baiana, e faz questão de abordar também suas misérias e dores. Jorge Amado relembra que as ruas da cidade conservam as marcas da escravidão e que há questões crônicas de saúde e de moradia que atingem a população mais pobre.
No começo e no final do livro, o autor se dirige a uma leitora imaginária, que ele convida a conhecer a cidade, tanto em seus atrativos quanto em seus dramas. O mesmo procedimento de aproximação com o leitor ocorre em outros livros seus escritos nessa época: ABC de Castro Alves e O cavaleiro da esperança.
Ecos da intensa atividade política do autor podem ser sentidos no texto, já que no ano de publicação do livro Jorge Amado foi eleito deputado federal pelo Partido Comunista Brasileiro. O livro mantém ainda o espírito do momento histórico em que foi escrito. Há referências à Segunda Guerra Mundial e à situação geopolítica mundial. Para Jorge Amado, isso confere ao livro um sabor de “documento de época”, pois descreve a vida de uma cidade brasileira durante a guerra contra o nazi-fascismo.
Escorre o mistério sobre a cidade como um
óleo. Pegajoso, todos o sentem. De onde ele vem? Ninguém o pode localizar
perfeitamente. Virá do baticum dos candomblés nas noites de macumba? Dos
feitiços pelas ruas nas manhãs de leiteiros e padeiros? Das velas dos saveiros
no cais do mercado? Dos Capitães da Areia, aventureiros de onze anos de idade?
Das inúmeras igrejas? Dos azulejos, dos sobradões, dos negros risonhos, da gente
pobre vestida de cores variadas? De onde vem esse mistério que cerca e sombreia
a cidade da Bahia?
“Roma negra”, já disseram dela. “Mãe das cidades do Brasil”, portuguesa e africana, cheia de histórias, lendária, maternal e valorosa. Nela se objetiva, como na lenda de Iemanjá, a deusa negra dos mares, o complexo de Édipo. Os baianos a amam como mãe e amante, numa ternura entre filial e sensual. Aqui estão as grandes igrejas católicas, as basílicas, e aqui estão as grandes macumbas, o coração da seita fetichista dos negros brasileiros. Se o arcebispo é o primaz do Brasil, o pai Martiniano do Bonfim era uma espécie de papa das seitas negras em todo o país.
http://www.jorgeamado.com.br/obra.php3?codigo=12601
“Roma negra”, já disseram dela. “Mãe das cidades do Brasil”, portuguesa e africana, cheia de histórias, lendária, maternal e valorosa. Nela se objetiva, como na lenda de Iemanjá, a deusa negra dos mares, o complexo de Édipo. Os baianos a amam como mãe e amante, numa ternura entre filial e sensual. Aqui estão as grandes igrejas católicas, as basílicas, e aqui estão as grandes macumbas, o coração da seita fetichista dos negros brasileiros. Se o arcebispo é o primaz do Brasil, o pai Martiniano do Bonfim era uma espécie de papa das seitas negras em todo o país.
http://www.jorgeamado.com.br/obra.php3?codigo=12601
Jorge Leal Amado de Faria
Painel de controle
Android
Em julho de 2005 a Google adquiriu a Android Inc., uma pequena empresa em Palo Alto, California, USA. No tempo da Google conduzido por Andy Rubin, foi desenvolvida uma plataforma de telefone móvel baseado em Linux, com o objetivo de ser uma plataforma flexível, aberta e de fácil migração para os fabricantes.
Em Dezembro de 2006, com as noticias da BBC e The Wall Street Journal, surgiram mais especulações que a Google estava entrando no mercado de telefones móveis. A imprensa reportou rumores de um telefone desenvolvido pela Google. Atualmente, é desenvolvido em parceria com a empresa de software Sun Corp.
O primeiro telefone comercialmente disponível a rodar no sistema Android foi o HTC Dream, lançado a 22 de outubro de 2008.
Em 27 de maio de 2010 Matias Duarte, antigo diretor da interface do WebOS, junta-se à equipa do Android após a compra da Palm pela HP.
O primeiro tablet comercialmente disponível a rodar o sistema operativo Android 3.0 foi o Motorola Xoom, lançado em 5 de janeiro de 2011 nos Estados Unidos.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Android
terça-feira, 29 de maio de 2012
Sistemas operacionais
Podemos citar como sistemas operacionais:Windows e Linux duas grandes empresas.
O que é sistemas operacionais:
Um sistema operacional (SO) é uma coleção de programas que inicializam o hardware do computador. Fornece rotinas básicas para controle de dispositivos. Fornece gerência, escalonamento e interação de tarefas. Mantém a integridade de sistema.
Rede de computadores
Redes de computadores são estruturas físicas (equipamentos) e lógicas (programas, protocolos) que permitem que dois ou mais computadores possam compartilhar suas informações entre si.
Imagine um computador sozinho, sem estar conectado a nenhum outro computador: Esta máquina só terá acesso às suas informações (presentes em seu Disco Rígido) ou às informações que porventura venham a ele através de disquetes e Cds.
Quando um computador está conectado a uma rede de computadores, ele pode ter acesso às informações que chegam a ele e às informações presentes nos outros computadores ligados a ele na mesma rede, o que permite um número muito maior de informações possíveis para acesso através daquele computador.
www.algosobre.com.br/
Gostei muito de estudar redes de computadores espero que vocês gostem também!!!
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